Abra a janela e deixe-o entrar, não se esquive, não se esconda em sombras ou em vales sombrios, sabendo que o escuro nada mais é do que sua ausência; sem sua colossal aparição todos os dias nada seriamos, então não se esconda dele, que traduz tudo oque somos, fazemos, sentimos. Deixe-o iluminar, dar vida: Sol!
(por Anderson Juliani)
...
Às vezes tímido, às vezes glorioso.
Às vezes te encara, desafiando quem manterá mais a mirada.
Às vezes te convida, outras te rejeita.
Certas horas te faz bem, em outras, queima como fogo.
Às vezes se eclipsa como um mero mortal.
Às vezes é desejado, às vezes repudiado.
O único senso comum entre todas às vezes, é que ele faz bem,
e sem ele nada floresceria: Sol!
Às vezes te encara, desafiando quem manterá mais a mirada.
Às vezes te convida, outras te rejeita.
Certas horas te faz bem, em outras, queima como fogo.
Às vezes se eclipsa como um mero mortal.
Às vezes é desejado, às vezes repudiado.
O único senso comum entre todas às vezes, é que ele faz bem,
e sem ele nada floresceria: Sol!
(por Lilian Caroline)
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Antíteses
gostas de referir?! Referiu-se ao astro como maior mas se recusou a
estar sob sua luz num domingo, frio, onde apenas ele aquece, vento frio,
abraço quente. Ou recusar aplaudi-lo em seu pôr-do-sol em um lugar
aberto, alto, onde a mirada voltada pra ele não se perde. olho no olho;
queima como brasa, mas aquece igual a fogueira que a gerou gen, gênesis.
Tudo dele vem, sem ele nada tem: Sol!
(por Anderson Juliani)
(por Anderson Juliani)
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Trancada
dentro do quarto, recusava todas as investidas brilhantes. O feixe de
luz amarelo entrando através das cortinas lembrava-a de sua existência.
Insistente, todos os dias a convidava para sorrir, para aquecer, para
ver o horizonte, para ser livre
e não temer o futuro. Ele não combinava com seu estado de espírito
atual, por isso ela recusou o encontro. Ele a faria transbordar, e ela
queria suspiros. Em revolta, ele desafiou sua rotina referindo mudança,
esfriando seu corpo, se negando a esquentar sua cama; surgiu resoluto,
mas se absteve do calor. Sua ausência sugeria chocolate quente, sugeria
pele com pele; qualquer coisa que substituísse sua cálida carícia. E
como retaliação, ela passou mais um dia sem abrir a janela para olhá-lo
nos olhos: Sol!
(por Lilian Caroline)

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